domingo, 30 de agosto de 2009


Trigonometria insensata

De tanto partir de algum ponto
O ponto sou eu
E quando me encontro
É só mais um conto

Num rosto que não é seu
De fato, um novo véu
Num corpo que não é meu
Um gozo que não é céu

Ricardo Villa Verde

Um comentário:

  1. sempre gozamos e nem sempre é o céu...
    rostos que não são os delas...

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